Cinco irmãs. A mais nova, Cecília, tenta se matar cortando os pulsos na banheira. Ela sobrevive. Bairro monótono. Única coisa interessante são as cinco irmãs. Lindas. 13, 14, 15, 16 e 17 anos. Pais super-protetores que não as deixam ter contato com outros garotos. O médico, Danny DeVito, aconselha: deixem ela ter contato com garotos, será bom. Permitem uma festa. A festa vai bem. Um garoto com problemas mentais é a união entre os sexos opostos. Tudo bem. Não para a mais nova das irmãs. Cecília tenta suicídio de novo. Consegue. Agonia. Por que? Ninguém entende. A maioria não entende. Afinal de contas você não é uma adolescente de 13 anos. Tempo passa. Não muito. Voltam a escola. Tudo normal? Sim. Parece que sim. Aulas de matemática. Normal. Ok. Baile da escola. O malandro adolescente americano Trip quer convidar uma das irmãs para levar, Lux. Os pais concordam. Todas arranjam pares. Em troca de alguns baseados. Todos se divertem. Trip e Lux escapam para o campo de futebol. Adeus, virgindade. Os outros voltam para suas casas normalmente. Trip abandona Lux. Segundo ele, no manicômio ou onde quer que esteja ele a amava. Mas abandonou. Foi para casa com o sol já no céu. A mãe enlouquece. Não permite mais que as filhas se encontrem com ninguém. Nem com o mundo. Presas. O filme começa.
Filme de 1999, dirigido pela então estreante Sofia Coppola. A solidão, como em todos seus outros filmes, impera no pacato bairro onde nada acontece. Única diversão dos garotos é tentar desvendar o mistério que é as jovens irmãs Lisbons. Filme para ser visto uma única vez. Vamos deixar a primeira impressão ficar. Da minha parte fiquei com mais agonia dos garotos ali da vizinhança. Só vendo para entender.

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